POEMAS, PROSAS E POESIAS

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2023₢

A saudade às vezes maltrata.

 "A saudade às vezes maltrata."

Dói. Pois é um sentimento que a gente pode sentir e Quase tocar, entende?
Parece que o tempo vai levar bem pra longe.
Mas, a verdade é que ele nunca leva!
Saudade fica e aperta.

Causa depressão, ansiedade, angústia, raiva, medo, felicidade...
Como definir saudade? Uma palavra ÚNICA!
Só usada aqui no Brasil e sem tradução.
Mas que acarreta e acumula tantos sentimentos em um só, chamado Saudades.

E por isso ela maltrata!
É exclusiva nossa, mas é sentida pelo mundo inteiro.
E doa a quem doer.
Ela é má e também é boa.
Como definir saudade?
Não importa. Apenas, sinta.
Se ela ainda não chegou pra você:
Se prepare! Pois, ela vai chegar!

Ass.: Um ser humano nostálgico, sentimental e com muitas saudades.

Ah, Lua... Sempre Você!

 “Ah, Lua... sempre você!”


A Lua me pede pra eu olhar pra ela.
E sabe por quê?
Ela se sente sozinha nesse devasto Universo.
Mas eu estou aqui, Lua.
Só pra te lembrar que a Terra é do lado!
As marés dos lindos oceanos escuros
Se curvam para você!
Você é a minha Divina Lua
E não tem o porquê se sentir só.
O Sol também te ajuda a clarear,
Para que você nos clareie
E assim, tomamos um banho de luar!

Nesse devasto Universo, pontilhado de incontáveis estrelas, que também te acompanham e fazem o céu ficar ainda mais lindo. Brilhante...
Você não está sozinha!

Lua aconchegante! Os vagalumes te contemplam quando a noite cai.

São pequenos insetos-estrelas que iluminam o nosso ar.
Nunca perca a graça, Lua!
Você foi feita para brilhar! Para me amar! Pois, eu te amo! Minha fonte de inspiração, clareadora! Nos feita para inspirar.

Vampiro, O Meu Melhor Amigo.

 “Vampiro, O Meu Melhor Amigo.

Ele quem me deixa intuitivo.
Que pega em minha mão, e faz-me voar
e viajar pela imensidão, deste céu azul
profundo e escuro, finito. Pela escuridão
da noite, à fora... Onde só ela, a Divina Lua quem pode nos alumiar!

Ele quem faz-me sentir diferente
de toda essa gente; essas sim, parecem
frias e doentes. Ele, faz-me sentir gente,
como a gente! Indiferentes. Um verdadeiro gentleman. De sangue azul? Não. De sangue nobre. Todo nobre!

Pobre, é a minha inocência! Por causa dela, tenho essa carência, de querê-lo
sempre por perto. Mas, não posso! Ele não anda à luz do dia! Se esconde do
nascer, ao pôr-do-sol. E também, só aparece quando lhe convém!


Ele é neutro. Delicado.
Tímido, pra dizer: Envergonhado.
Não faz mal a nenhuma mosca! Não mata pra beber sangue! Isola-se só pelos olhares excomungados constantes. Não é rato, é morcego! Misterioso. Pouco falante...

Mas, que desdém! Viver esse martírio
Todas as santas noites, aprisionado
somente à luz do luar, sem aproveitar as nuanças que o dia inteiro poderia lhe dar!
Como uma tradição, estar aprisionado a uma só rotina, como um cão.


Maldito seja, quem lhe impôs essa maldição! Pobre coitado! Ainda bem que estou sempre ao seu lado! Conte sempre comigo, Meu Pequeno, e, Eterno Vampiro, travesso! Sou também seu Amuleto! Um dia libertarei Você e Eu deste castigo marasmo!

*(Inspirado no Filme: "O Pequeno Vampiro" (The Little Vampire)- 2000).

Minha Escrita

Minha Escrita




Minha verdadeira embriagues:
É desabafar tudo que sinto, escrevendo tudo à noite inteira.
E não me importam os erros de português, o que vale aqui, é a minha sensatez!
Começa forte, e termina fraco.

Que pecado!
Meu verdadeiro absinto
É cair de cabeça em meus pensamentos fortes. Eles me tiram de meu extremo norte, e me jogam ao sul de meu pequeno ‘desnorte’. Começa fraco, e termina forte.

Quando me sinto num emaranhado de teias, descubro e me lembro que ainda tenho Artes escorrendo em minhas veias! Absurdo, como ainda me ponho a duvidar! A Arte me faz repensar. Começo numa intensidade, e termino ainda mais intenso.

Então, também escrevo Tudo o que me norteia. Se me desnorteiam o dia inteiro, e me desorientam... A noite chega, e me cai, como um alento.
Enchendo-me de todo esse doce e grande Talento! Aqui, é meu equilibro.

Minha escrita, é minha bebida favorita!
É o meu vício constante. Depois de Jesus, e minha mãe; talvez, o primeiro amor da minha vida, sem mais:
é a minha escrita. Que tudo fala, que tudo grita! Que tudo enfim, se Poetiza.

Sensatez, justiça...
Um Nerd, que às vezes, vira ativista!
Põe pra fora todo meu Eu Artista. Todo meu ser realista! (Renascentista) Seria eu, um arcaico artista-romancista?

Se minha Lua, Divina Lua comigo, ainda estiveres presente, jamais me sentirei só. A companhia dela, sempre me foi a melhor! Auxilia no meu dialeto, às vezes, ausente, e me tira da pior!

Me alumia a alma! Igual estás aqui, agora! Embora, na verdade, ela esteja bem longe, muito além do meu pequeno e frágil horizonte. Vasto é minha cabeça que não para de pensar!

O mundo sempre está de pernas para o ar. Os que deveriam estar preocupados com tudo isso, na verdade nem está. A ganância que os-transformam, transforma toda uma Nação. “Mas, que situação!”

O que me resta, é desabafar!
Esperar chegar a noite, para me acalentar. Por mais que não valha um tostão o que escrevo, ponho pra fora aqui, todo esse meu mundo do avesso.

Me desassossego de todo esse falso sossego. Viro um filósofo, um poeta, meu próprio psicólogo... É assim, que me curo. Paro de pensar que eu sou sempre um monturo para todo mundo! Basculho são eles!

Quem tinham que fazer e não fazem!
E ainda, me faz, me sentir incapaz!
Tiram a nossa paz, e ainda nos chamam de Vagabundos! “Criados mudos”! Por causa de um Sistema de um Governo Sujo! Arrogantes e imundos!

Põem o povo para guerrear entre si,
mas não investem na saúde e na educação, não geram empregos para a população! E ainda chamam a Cultura de inútil!
Inúteis são os desaculturados!

Conservadorismos ultrapassados!
Só levantar bandeiras, não resolve nada! Mas, o que fazer com toda essa algazarra? Se sentir um tudo? Ou, não se emponderar de nada? Querem a paz? Ou, fingirem que ela já foi instaurada?

Ir para a rua lutar pelos nossos direitos?
Ou, escrever daqui mesmo e alertar outros que possam fazer direito?
Quanto vale a minha escrita para inspirar-te? Será eu, que estou fazendo a minha parte?

Ou, esperando alguém fazer e achar que tudo isso é Arte, ou Bobagem? Pronto. Venci em incitar-te! Vamos enfim, derrubar esse Baluarte!? Termino aqui, minha escrita, só por indagar-te?! O que não nos ‘vales’, é ‘procrastinar-tes’!

Minha escrita, parece maluca, talvez até lhe assustas. Escrevo cada coisa, que talvez, só eu entenda! Espero que não! O que não gosto é de criar contendas. Eu tento te entender, então, por favor, tu também me entendas.


Minha escrita, que grita, que grifa, que implora e, que chora em papel na madrugada, que ri, que ora, que solta o verbo, sem machucar. Sem condenar, apenas, por desabafar. Ora, sai uma prosa, outrora sai poema ou poesia, que serve até para criar melodias.

Agradeço ao meu Deus, por me dar este dom. E, por ser quem sou. Homem de poucos amigos, mas os poucos que tenho... Devo muito a minha intuição!
Minha escrita, em versos, ou não-versos; sem contagens, nem de margens; não termina por aqui. Meu primeiro livro, de muitos que estão por vir! Esperem! Creio em Deus, que vem muito mais por aí! 


Lua, Divina Lua

Lua, Divina Lua

Esse Corpo Celeste que muito me encanta. Me hipnotiza.
Me ilumina a alma. E clareia boa parte da Terra.

Você é tão Divina, Lua!

Me apaixono por todas as suas fases. Por que você é Única! O único e maior satélite natural de nosso Planeta, dos Terraqueanos...

Onde os lobos se encantam, uivantes. E as marés, se curvam, tentando alcançar-te e encostar-te! Que sonho também, para um Virginiano emotivo, e analítico, em busca de um equilíbrio.
Queria eu, lançar-me em toda a sua Gravidade!

Você, que diz tanto sobre minha personalidade, em cada fase:
A Nova, que sempre me renova, e ajuda-me a tirar quase toda minha ansiedade;
A Crescente, que sempre me puxa pra frente, e me dá criatividade, na beleza, na arte. Que inspira e faz florescer tudo que é de Bom.
Tem também,
A Lua Cheia, que me deixa Cheio de Mistérios, com a sensibilidade pulsando aflorada, deixando-me à flor da pele. Quanta imaginação!
E por fim, A Lua Minguante, que me deixa mais excitante, com meu cérebro mais pensante, e um pouco menos falante. Que me faz meditar, com menos estresse e tensões; Limpando toda energia ruim, purificando, e me preparando para o Novo, outra vez! Sem ilusões!


Lua, Divina Lua,
Abençoada seja, pelo Criador!
Por isso, tão Divina quanto o Sol, e as Estrelas, e tudo que há de celestial em todas as Galáxias, neste devasto e infinito Universo!

Lua, Minha Divina Lua!


Saudades

Saudades

De profundos sentimentos
Mas, com uma única expressão
E, vários significados!

Tudo àquilo que já foi,
Mas, que continuará sendo...
Especial; lembranças e momentos.

Se dizem meu nome,
Facilmente se recordarão de mim.

Se digo o nome de alguém,
Certamente, lembrarei-me deste.

Se volto a pisar em terras longínquas,
Raramente estará do mesmo jeito.
Tudo muda. Mas, as lembranças ficam.

E, se talvez, eu nunca mais volte,
Para sempre ficará em minha memória
Ternas lembranças, cheias de histórias.

Saudades eternas dos que já se foram
Tempos Bons que jamais voltam!
Saudades de lugares, passeios...
Momentos, que foram... Momentos.

De erros, e de acertos...
Mas, que enfim, aprendemos.
Afinal, tratam-se de valores!

Dizem, que ‘só aprendemos a dar valor,
Quando perdemos’.
A saudade também é isso.

Saudades do que tínhamos por perto.
Tão perto, e deixamos escapar.

‘Saudades que o tempo não levou ‘,
Mas, que nós mesmos deixamos voar.

Questionam, dizendo:
‘E a morte, o destino, tudo’.
E tudo? Onde fica? Gera saudades também?

Não é possível sentir saudades,
De algo que faz mau.
Saudades, é só do que é Bom!

Saudade, gera saudades!
E saudade é nostalgia pura!

Saudade é candura.
E não há uma cura. Mas, é Bom!

A saudade vai criando Listas,
E, cada um tem a sua!
E ela nunca diminui, só aumenta.

Tentamos desapegar,
Algumas, esquecer para não lembrar.
E outras, nem se quiséssemos!!!

Saudade é Amor.
Saudade é alusão.

Saudade, é tudo aquilo de mais bonito, que guardamos pra sempre, no coração.

Lista essa, que faz a gente chorar.
Debruçar em lágrimas de soluçar.
Mas, que traz lembranças Boas.

Que nos motiva à caminhar!
Recordar, é sim, viver!
é relembrar o que foi marcado em você!


Saudade, saudades.
Saudades e mais saudades.

Saudades até de mim!
Saudade(s) até de você!

Saudades do Vovô e da Vovó.
Da mamãe, e do Papai!
Do filho, da filha; do irmão, da irmã,
Das titias e dos titios.
Dos primos, e das primas.
Da madrinha e do padrinho,
Da comadre e do compadre.
Dos amigos, e das amigas!
Do animalzinho de estimação; daquele ‘cãopanheirinho’...
Do abraço, do beijo, do aconchego!
Do amor, e do sexo; da carícia...
Da turma, do colégio, das’ tias do colégio’, daquela cozinha;
Do colega,
Da faculdade, do trabalho, do estágio,
Daquela Igrejinha.
Daquele campinho de futebol,
Daquela piscina, e da praiazinha, da cachoeirinha;
Daquele circo, daquele Teatro, ou cineminha.
Da dança, e daquele grupo de capoeira.
Do cafezinho, daquele lugar...
Do filme e de seu elenco,
Da música, daquele cantor(a); de uma extinta banda; que era sua favorita;
O que marcou sua vida;
Daquela casinha; daquele ranchinho, com aquele quarto, que ainda tinha a rede, e aquela janelinha, que dava pra ver a árvore e o quintal com mato verde.
Da infância, da adolescência.
Daquela jovem senhora, ou senhor.
Daquela velha criança.
Daquele brinquedo de papel,
Daquele carrinho, ou daquela boneca;
Daquele bichinho de pelúcia.
E, daquele fogão à lenha?!...
Dos bons tempos da infância.
Daquela propaganda, daquele objeto.
Do programa de televisão, com aquela apresentadora; aquele apresentador,
Aquela atriz, ou ator.
Do passeio, da viagem,
Da lojinha, do armazém, que já nem existem mais;
De um cheiro, de um perfume que não se fabrica mais...
De uma história, de um livro; que ás vezes você nem leu, só ouviu; Ou leu, mas não viu; e queria ter.
De uma coleção...
De coisas mais que especiais!
De lugares e momentos mais que especiais!
De pessoas mais que especiais,
que tivemos o privilégio e a honra de tê-los em nossas vidas passageiras; com suas ilustres presenças e grandes essências!
O meu amor e carinho, e total admiração... Eternos!
Meu muito Obrigado!
O que me resta, é isso:
...Saudades!